Só quem tem telhado pode usar energia solar.
A geração compartilhada e o autoconsumo remoto permitem receber créditos de usinas localizadas em outros endereços da mesma distribuidora.
Muita informação circula sobre energia solar, nem sempre correta. Reunimos as afirmações mais comuns e explicamos o que dizem a técnica e as regras vigentes.
A geração compartilhada e o autoconsumo remoto permitem receber créditos de usinas localizadas em outros endereços da mesma distribuidora.
A energia é injetada na rede da distribuidora. O que chega à sua unidade são créditos, aplicados na fatura conforme o percentual destinado a ela.
Os créditos valem por 60 meses. O saldo não usado nesse prazo expira.
Valores mínimos, iluminação pública, tributos e, para sistemas da transição, a parcela do Fio B continuam na fatura.
No autoconsumo remoto e na geração compartilhada, a usina e as unidades beneficiadas precisam estar na mesma área de concessão.
SPE indica um propósito específico. A empresa é constituída sob uma forma societária existente, como sociedade limitada ou anônima.
A produção cai, mas não zera: a luz difusa ainda chega aos módulos. As estimativas usam médias anuais que já consideram dias nublados.
É preciso terreno adequado, licenças, irradiação suficiente e, principalmente, capacidade da rede elétrica no ponto de conexão.
Segundo a EPE, as renováveis responderam por cerca de 87% da eletricidade gerada em 2025, lideradas pela hidreletricidade.
Fabricação e descarte têm impactos, compensados ao longo de décadas de operação sem emissões diretas.
O kWp é a potência em condições de laboratório. A potência real varia com a luz e a temperatura, e a produção se mede em kWh.
Poeira, fezes de aves e depósitos de sal bloqueiam parte da luz. A limpeza periódica ajuda a manter o desempenho.
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